Missa da Sagrada Família (7)
Em inúmeras igrejas e muitos lares, o presépio autêntico ainda nos põe diante dos olhos a imagem do Menino-Deus, que veio para romper os grilhões da morte, para calcar aos pés o pecado, para perdoar, para regenerar, para abrir aos homens novos e ilimitados horizontes de fé e de ideal, novas e ilimitadas possibilidades de virtude e de bem.
Deus-Menino, ei-Lo ao nosso alcance, feito homem como nós, tendo junto de Si a Mãe perfeita. Mãe dEle, mas também nossa. Por meio d’Ela, até os piores pecadores tudo podem pedir e esperar. Ali, também, está São José, o varão sublime que reúne em si a maravilhosa antítese das mais diferentes qualidades. É príncipe da Casa de Davi e é também carpinteiro. É defensor intrépido da Sagrada Família. Mas, ao mesmo tempo, é pai terníssimo e castíssimo esposo cheio de afeto. No presépio se nos apresenta a imagem comovedora daquilo que, aos poucos, a sociedade moderna vai relegando a segundo plano: a família, a Sagrada Família…
Contudo, a Santa Igreja em sua divina sabedoria, após as comemorações do nascimento do Redentor, celebra a festa da Sagrada Família, exemplo de virtude e santidade a ser imitado em todos os lares. Essa grande festa litúrgica foi celebrada com solenidade pelos Arautos do Evangelho de Nova Friburgo, no último domingo.
Após a santa Missa, cada uma das famílias presentes, e eram muitas, receberam do Revmo. Pe. Lourenço Ferronatto.EP, uma bênção própria da Santa Igreja para as famílias. Diante do presépio em tamanho natural, montado pelos arautos, pais, mães e filhos se recomendaram à proteção da Sagrada Família, rezando unidos, pediram graças para o ano de 2016.

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